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Escreva a história da sua coleção

A história da coleção responde o que ela é, quem fez e por quê. Três linhas, a descrição, o post de lançamento, exemplos e as frases de hype para cortar.

Equipe da KURVTambém em English, Español

Uma prancheta com uma folha limpa de três linhas marcadas e um cartão do Max Cat preso, dois rascunhos amassados e um lápis no chão.
Nesta página14 seções

Arte boa chama atenção. Uma história boa faz as pessoas ficarem. “História” aqui não precisa ser lore, mundo ou capítulo. É a resposta curta e honesta a três perguntas: o que é isso, quem fez e por que existe? Acerte essas três e tudo o mais que você escrever sobre a coleção fica mais fácil.

O rascunho de três linhas

  1. O que é: “Gatos desenhados à mão, de muito mau humor.”
  2. Quem fez: você, numa frase. “Sou a Ana, e desenho bichos rabugentos no caderno há anos.”
  3. Por que existe: o que você quis fazer, ou para quem é. “Para quem já foi acordado cedo demais.”

Leia as três linhas em voz alta. Se um estranho consegue imaginar a arte e a pessoa a partir delas, o rascunho funciona.

Transformar três linhas numa descrição

A descrição da coleção na KURV é onde a maioria vai ler a história. Uma forma simples:

  1. Abra com a linha 1, o “o que é”.
  2. Acrescente uma frase sobre como foi feita: camadas ou arte finalizada, feita à mão, qualquer uso de IA.
  3. Acrescente a linha 2 e a linha 3.
  4. Pare. Descrição curta é lida. Descrição longa só leva uma olhada por cima.

Exemplo: “Gatos desenhados à mão, de muito mau humor. Cada traço desenhado à mão e combinado na KURV. Sou a Ana, e desenho bichos rabugentos há anos. Para quem já foi acordado cedo demais.”

Transformar isso num post de lançamento

Um post de lançamento é a história mais os fatos:

  • A linha 1, com uma peça aparecendo grande.
  • Preço, moeda, método de venda e fase.
  • O link da página da coleção em testnet.kurv.fun.

Divulgue sua coleção cobre o resto dos posts de lançamento.

Faça soar como você

Escreva do jeito que você fala. Depois corte:

  • Palavra da moda: “revolucionário”, “next-gen”, “o futuro de”.
  • Frase que cabe em qualquer coleção: “um projeto único, movido pela comunidade”.
  • Enchimento: “Estamos muito animados em anunciar que…”.

Se uma frase poderia descrever a coleção de outra pessoa, apague.

Seja honesto

A sua história não deve prometer:

  • Preço ou valor. “Todo preço, retorno e comprador dependem do mercado.”
  • Vantagem que você não construiu.
  • Prazo que você não consegue cumprir.

Promessa numa história tende a ser lembrada muito depois da arte.

Histórias maiores, se você quiser

Algumas coleções crescem um mundo: nome de personagem, lugar, cena pequena. Tudo bem, desde que as três linhas ainda funcionem sozinhas. Construa o mundo aos poucos, nos posts, em vez de despejar páginas de lore que ninguém pediu. O nome de um traço carrega muita história: “Janela na Chuva” diz mais do que “Fundo 4”.

Exemplos na prática, antes e depois

Antes: “Uma coleção inovadora de sapos com visual 3D, reunindo a comunidade no futuro da propriedade digital.” Depois: “Sapos sonolentos de chapéu minúsculo. Desenhados pelo Leo, que rabisca sapos no trem, no caminho do trabalho. Para quem gosta de arte aconchegante.”

Antes: “Pixel art exclusivo, com potencial enorme.” Depois: “Fantasmas em pixel que assombram vasos de planta. Feitos pela Ana numa grade de 32 pixels, uma noite de cada vez.”

As versões de “depois” são mais curtas, específicas, e impossíveis de confundir com as de qualquer outra pessoa.

Escrever, passo a passo

  1. Escreva as três linhas rápido, sem editar.
  2. Corte cada palavra da moda.
  3. Leia em voz alta.
  4. Mostre para alguém que não conhece o projeto e pergunte o que a pessoa imagina.
  5. Corrija o que ela entendeu errado.
  6. Use a mesma história na descrição, no primeiro post e na bio.

A bio e o perfil

O perfil é o primeiro lugar para onde muita gente vai depois de ver uma peça. Use a segunda linha, o “quem fez”, quase palavra por palavra, e acrescente o link oficial da página da coleção. Quem chega precisa conseguir ir de uma peça de que gostou ao seu perfil e à sua coleção em dois toques, e ver a mesma história em cada passo.

Histórias para coleções de arte finalizada

Quando cada peça é desenhada por conta própria, cada uma pode carregar uma historinha no nome e na descrição. Um sapo pescando pode ser “O Paciente”. Um sapo na chuva, “Esqueceu o Guarda-chuva”. Mantenha os nomes das peças numa voz só, para o conjunto ainda parecer uma coleção. Em coleções em camadas, os nomes dos traços fazem o mesmo trabalho em muitas peças ao mesmo tempo.

Quando você trava

Se a linha do “por quê” não vem, pergunte o que você diria a um amigo olhando por cima do seu ombro enquanto você desenha. Essa resposta, um pouco mais limpa, costuma ser a linha.

Erros comuns

  • Começar pelo hype, em vez da arte.
  • Escrever sobre “a comunidade” antes de existir uma.
  • Prometer valor.
  • Escrever longo demais.
  • Contar uma história diferente em cada lugar.

Perguntas frequentes

Preciso de lore? Não. Três linhas honestas bastam.

Posso escrever a história depois da arte? Sim. Muitas vezes a arte é que diz qual é a história.

Devo mencionar como foi feita? Sim. Colecionador se importa com o processo, inclusive com qualquer uso de IA.

Posso mudar a descrição depois? Acerte antes de publicar, e trate como final.

Para onde ir depois

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